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Saúde+ · Saúde mental

Ela trocou a balada pela esteira, e a conta das ressacas mentais fechou no azul

Megan Hamon diz que academia e terapia a tiraram de um ciclo de bebedeira que começou na pandemia. A terapeuta tem um diagnóstico curto: essas são pontes para fugir do problema.

Por Gabriela Araujo ·

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Ela trocou a balada pela esteira, e a conta das ressacas mentais fechou no azul
Imagem: Reprodução/BBC Health

Megan Hamon, de Jersey, diz que a vida virou depois de anos dependendo de festas e álcool para se sentir bem. O problema começou na pandemia de covid-19, se agravou após uma separação e só foi encarado no início deste ano, quando ela prestes a fazer 30 anos decidiu mudar.

Desde então, ela trocou a noite por treinos de musculação e corrida, e fez terapia para cuidar da saúde mental. Sua terapeuta, Sally Agathangelou, classificou bebida, jogo, drogas e automutilação como “pontes para lidar com o problema”, e elogiou a disposição desta geração em buscar ajuda.