Contas públicas
- Juros ficam em 13,75% porque ninguém sabe onde param as contas do governo em 2027
Gastos públicos crescem acima da inflação, anúncios desencontrados do governo criam ruído e o mercado aguarda o nome do novo ministro da Fazenda.
- Reino Unido isola verba de prevenção no orçamento e chama isso de revolução
Um parágrafo em 166 páginas de documento orçamentário pode mudar o jeito como o governo britânico gasta dinheiro.
- Banco do Japão acelera venda de ETFs e o dinheiro vai parar no bolso do governo
A conta fechou: quem vira os papéis no mercado paga a festa do gasto público lá em Tóquio.
- Juros de R$ 89 bilhões por mês e ninguém tira férias: dívida federal chega a R$ 9,3 trilhões
O governo chama de ‘apropriação positiva de juros’ o que no bolso do contribuinte se chama conta que não para de subir.
- Superávit de R$ 4,8 bilhões em setembro, e a pergunta que ninguém faz: cadê os outros onze meses?
Tesouro celebra saldo positivo acima do previsto e muito melhor que o vermelho de setembro de 2025, mas setembro ainda não é o ano inteiro.
- Salsichas de £2.50 e £100 de ajuda: comerciantes britânicos dizem que Orçamento é punição
O Chanceler John Healey anunciou alívio para famílias, mas pequenos negócios em Wolverhampton dizem que a conta só piora
- Reino Unido cria imposto para bancos e poupadores e o governo chama isso de orçamento “para o trabalhador”
Healey prometeu navegar as “tempestades econômicas globais” com £100 de presente para 20 milhões de famílias, e o bolso fica com os outros.
- Taiwan gelou o preço da luz e virou prejuízo de bilhões: 4 das 6 faixas vendem abaixo do custo
Cada kWh vendido por menos do que custa, gás pra usina subiu 16% em dois meses e o governo quer bilhões em verba pra tapar o rombo.
- Dívida francesa a 5,1%, recorde em 24 anos, e a presidente do BCE manda cortar gasto
Enquanto a inflação de energia sobe 18% na zona do euro, os investidores cobram o preço da confiança que a França perdeu.
- Contador de energia vai subir £400 e o governo manda £100, chamando de “respiro”
O primeiro Orçamento do chanceler John Healey promete alívio, mas a conta fecha com imposto novo em cima dos bancos.
- Todos pedem alívio no Orçamento britânico, mas os empréstimos do governo estão em altos históricos
Do motorista que gasta 350 libras por mês em gasolina ao jovem que não acha vaga, todos querem mais do Estado e ninguém perguntou de onde sai o dinheiro.
- Quem diria: na França 1% dos projetos engole 49% do dinheiro público
A auditoria francesa mapeou 33,4 bilhões de euros comprometidos e o destino deles é mais concentrado do que o governo contou.
- Primeiro orçamento de Burnham já nasce com imposto subindo: quem diria
Os possíveis aumentos vão do banco à aposta ao imóvel, e o documento ainda nem foi apresentado.
- Argentina faz 30 de 34 meses no azul, e mesmo assim ninguém acredita (com razão)
Superávit fiscal é dos melhores do mundo, mas reservas baixas e eleição seguram o investidor longe.
- Juros disparam 182 pontos-base e Tesouro Direto abre mais de duas horas atrasado
Reeleição de Lula faz mercado precificar cenário pessimista; Tesouro cancela leilões de prefixados e inflacionários e recorre a recompra de títulos para conter a fuga.
- Quem diria: o petróleo caro consertou a conta externa do Brasil
Déficit em transações correntes caiu para 2,33% do PIB, o menor em dois anos, enquanto serviços e renda pioravam, e os dólares que faltam estão vindo do exterior.
- Quem diria: França foge do rebaixamento com dívida no maior nível desde 1946
Moody's mantém Aa3, mas a perspectiva negativa deixa o cutelo pendurado por meses
- Chalmers ‘não está preparado’ para dizer o gasto ideal, e manda os críticos apontarem onde cortar
Enquanto o governo evita definir um teto, a Coalizão promete mostrar os números; o Parlamento volta com segurança reforçada após ataque a deputada
- Orçamento 2026 da Inglaterra: a classe média já cortou tudo o que dava
Juros, mercado e energia subiram, sobrou o apelo para o governo escutar quem paga.
- 54,5% dos argentinos trabalham sem contribuir e a conta da aposentadoria vira déficit
CEPA estima perda de 3,3 trilhões de pesos por ano; na comparação internacional, só o México está pior.