demissões
- Quem diria: Circle lucra, corta 5% da equipe e ainda paga 9,1 milhões pra isso
Emissora do USDC teve trimestre lucrativo e mesmo assim mandou parte dos funcionários embora, gastando US$ 9,1 milhões com a brincadeira.
- A fada da Disney acorda com lista de cortes: 20% dos custos e milhares de empregos em risco
O número de demitidos ainda não foi definido, mas a meta dos gestores já chegou pronta: cortar 20%.
- Vacina fez a BioNTech famosa, agora fecha 3 fábricas e o conselho dos trabalhadores solta o verbo
A empresa que ficou rica com a vacina da pandemia agora enfrenta demissões, alegações de clima tóxico e a saída dos fundadores.
- KPMG corta até 400 vagas por escândalo de documentos e o governo ainda baniu a empresa de licitar
A Big Four perdeu um terço da receita na consultoria desde julho e apelidou o pacote de demissões de “reset” interno.
- Amazon lançou 5 aparelhos Alexa novos e demitiu até 250 funcionários na mesma terça
Funcionários acordaram com SMS de demissão de madrugada, no mesmo dia em que a empresa mostrou despertador e moldura de fotos com Alexa.
- Disney demite até 200 e a maioria cai em um único lugar, o mais surpreendente da Disney
Os cortes atingiram a divisão de Experiences e concentram no campus onde nascem os parques, com um detalhe que muda o assunto.
- Um quarto da Microsoft pode ser convidado a sair, e a empresa chama isso de “enxugamento”
Até 60 mil empregados em quatro países podem receber a oferta de pedir as contas com rescisão paga, tudo no mesmo dia.
- Microsoft se oferece para pagar 60 mil pessoas embora, e o motivo é a conta da IA
Programa voluntary e aberto só a quem está no cargo 70 ou abaixo: um quarto do time recebeu o convite para sair, e o prazo para responder já corre.
- Executivos da Xbox erraram a meta 5 vezes em 6 anos, e continuam recebendo bônus
Enquanto o Xbox corta 3.200 empregos, a cúpula da Microsoft vive um dos piores desempenhos corporativos da indústria de games.
- Netflix demite chefe de filmes no meio de onda de demissões, e o detalhe do cargo é o mais doloroso
Dan Lin sai depois de dois anos no comando das produções cinematográficas, enquanto a empresa corta cerca de 1.000 vagas.