VAR transformou gol em perícia forense e agora quer acabar com a única emoção que sobrou no futebol
Uma coluna no Fast Company faz o julgamento que os árbitros não ousam: banir o assistente de vídeo do futebol.

Uma coluna de opinião publicada no Fast Company argumenta que o VAR, introduzido na Premier League inglesa em 2019 e consolidado na Copa do Mundo de 2026, está destruindo o momento mais emocionante do futebol: o gol. A tese é que a euforia coletiva do instante em que a bola entra é o que define o esporte, e que revisar cada lance em vídeo transforma celebração em suspense.
O texto reconhece que o VAR nasceu com boa intenção, para tornar o jogo mais justo, mas sustenta que na prática troca uma decisão subjetiva por outra, só que com atraso e sem emoção. O autor também aponta que a NFL segue expandindo revisões por vídeo e questiona se vale a pena sacrificar a alma do jogo pela precisão.