UE descobre que Venezuela precisa de eleições livres, e Maduro está preso há dez meses
Opositora Nobel da Paz voltou de surpresa e o bloco europeu aproveitou para pedir o óbvio: eleição de verdade

María Corina Machado, opositora venezuelana e Nobel da Paz de 2025, anunciou no domingo (25) que voltou ao país depois de dez meses no exterior. A União Europeia saudou a volta e pediu “diálogo inclusivo” rumo a “eleições livres e justas”.
Machado saiu da Venezuela em dezembro de 2025 para receber o Nobel na Noruega. Desde que forças americanas capturaram Nicolás Maduro em janeiro, o país é governado interinamente por Delcy Rodríguez, apoiada por Donald Trump, que quer estabilizar a economia antes de eleger alguém. A oposição cobra data para a votação; até agora, nada marcado.