Tubo no gargalo quase triplicou broncoespasmo e falta de ar em criança operada
Máscara laríngea ou tubo na traqueia: a escolha do anestesiologista mudou o desfecho de 400 crianças numa cirurgia de rotina, e o número fala por si.
Um ensaio clínico randomizado conduzido em quatro hospitais terciários na China em 2023 e 24 comparou dois modos de ventilação durante adenoidectomia e amigdalectomia em 400 crianças de 2 a 6 anos. Um grupo recebeu máscara laríngea e o outro, tubo endotraqueal.
Eventos respiratórios perioperatórios, como laringoespasmo, broncoespasmo, queda de oxigenação e tosse grave, ocorreram em 22,5% das crianças com máscara laríngea contra 57,5% com tubo endotraqueal.
O tubo precisou ser convertido em três casos, e a diferença no desfecho primário apareceu de forma consistente entre os dois grupos.