Três em cada quatro ex-jogadores da NFL tinham doença cerebral, e o método é tão assustador quanto o número
Um novo estudo estima a prevalência de CTE em jogadores aposentados usando técnicas estatísticas, e o retrato é sombrio.

Um novo estudo usou técnicas estatísticas para estimar quantos ex-jogadores profissionais de futebol americano tinham CTE, a doença cerebral crônica associada a pancadas repetidas na cabeça, ao morrer. A conclusão: três em cada quatro aposentados provavelmente tiveram a doença.
A CTE só é diagnosticada depois da morte, por exame do cérebro, o que gera uma amostra enviesada de quem já apresentava sintomas. A estimativa nova tenta corrigir esse viés e chega a um cenário bem pior do que os números de autópsias isoladas sugeriam.