Tenente-coronel nega ter matado PM Gisele, e no interrogatório criticou a roupa dela
TJ-SP manteve a prisão e, no depoimento de oito horas, o réu ofendeu até os pais da vítima.
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O Tribunal de Justiça de São Paulo negou novo pedido de habeas corpus da defesa do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, réu pela morte da esposa, a soldado da PM Gisele Alves Santana. Ele está preso preventivamente desde 18 de março e responde por feminicídio e fraude processual.
A defesa sustenta que Gisele morreu por suicídio, versão contestada pelas investigações e pelos laudos periciais. No interrogatório de 5 de outubro, que durou mais de oito horas, o oficial negou ter matado a esposa, disse estar preso injustamente e ainda criticou a roupa dela e ofendeu pais e testemunhas: o Ministério Público pediu apuração das declarações.