Startup mede defeitos em chips sem abrir nem tocar: usa luz e magnetismo dentro da fábrica
A coreana Cosmoke quer tirar a análise magnética do laboratório e colocar direto na linha de produção, onde cada segundo pesa.

A startup coreana Cosmoke, fundada em 2023 pelo professor Jang Beomjin, da Universidade Hanyang, desenvolve análise não destrutiva de películas magnéticas usadas na fabricação de memórias e sensores. A tecnologia se baseia no efeito magneto-óptico Kerr (MOKE), que mede propriedades magnéticas por meio da luz, sem abrir nem danificar o componente.
O modelo de pesquisa COSMOKE RESEARCH já foi validado por clientes, e a empresa agora desenvolve o COSMOKE SEMI, versão para uso direto na linha de produção. O objetivo é detectar em tempo real falhas em películas magnéticas de memórias M-RAM e sensores MR, materiais que definem taxa de erro e retenção de dados nos chips.