Sony dizia ser impossível; modders desbloqueiam PS5 e ainda rodam Zelda em 4K
Jailbreak Relapse abre o PS5 para homebrew, emulação de PS2 e Wii U, e a empresa que prometeu rétrocompatibilidade impossível agora corre atrás.

O desbloqueio conhecido como Relapse, disponibilizado no fim de setembro de 2026, explora vulnerabilidades do sistema do PlayStation 5 para executar código não autorizado pela Sony. Ele funciona nos firmwares 7.00 a 14.10, tanto no PS5 convencional quanto no PS5 Pro, e concede permissões de leitura e escrita no kernel: a parte central do sistema operacional do console. Porém, o desbloqueio não é permanente: a cada reinicialização, é preciso ativá-lo novamente.
A partir do Relapse, a comunidade criou projetos que beiram o troféu de humilhação para a Sony. O PS5SX2 é uma adaptação do PCSX2 que roda jogos de PlayStation 2 nativamente no console, e o PS5CEMU-HAR faz o mesmo com jogos de Wii U via Cemu, com suporte a gráficos em 4K e controle DualSense. A lista soma mais de mil jogos distribuídos pela comunidade. O lado prático: desbloquear o PS5 carrega risco real de banimento da conta.
Tudo isso acontece enquanto a Sony anunciou o fim das mídias físicas e sustentava que rétrocompatibilidade com gerações anteriores ao PS4 era tecnicamente inviável no PS5. Modders provaram o contrário, e ainda fizeram port de jogos do PS5 para PC.