Sobreviveu à injeção letal e já tinha câncer raro: o que a queixa avisou
A defesa alertou em janeiro que os níveis de plaquetas de Christa Pike estavam muito acima do normal, e o corpo tinha outro plano.

A norte-americana Christa Pike, de 50 anos, sobreviveu a uma tentativa de execução por injeção letal no Tennessee e teria recebido o diagnóstico de um câncer raro no sangue antes do procedimento, segundo a revista People.
O quadro é um distúrbio mieloproliferativo, associado a doenças que afetam a produção de células sanguíneas na medula óssea. Queixa judicial de 8 de janeiro de 2026 já apontava plaquetas significivamente acima do normal, e a defesa avisou que a condição poderia tornar a injeção mais dolorosa e aumentar o risco de complicações.