Sete minutos. Foi o tempo que a PF levou para pedir os passaportes de Flávio Bolsonaro
Marinho vê perseguição na velocidade da medida e um banco teria derrubado o principal argumento da investigação

Rogério Marinho, coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, denunciou nesta terça-feira (27/10) que a Polícia Federal solicitou a retenção dos passaportes do candidato derrotado apenas 7 minutos após a divulgação do resultado do segundo turno, no domingo (25). O ministro Alexandre de Moraes autorizou a medida cerca de 1h30 depois do pedido. Para Marinho, a rapidez indica “uma preparação para uma coisa mais persecutória”.
Flávio não entregou os documentos no prazo determinado e aliados afirmam que ele deixou o país, sem confirmação oficial de sua localização. Marinho ainda contestou a investigação de lavagem: segundo ele, um banco teria informado no domingo que o senador não era titular de uma conta supostamente compartilhada com o advogado Willer Tomaz, o que enfraqueceria a suspeita. A avaliação é da campanha, e as medidas cautelares seguem vigentes.