Remédio que expira no mesmo dia: a GE Healthcare corre contra o relógio do 3º trimestre
Rádiofármacos prometem avanços em câncer, coração e Alzheimer, mas a meia-vida curta obriga a empresa a controlar cada passo da produção.

A GE Healthcare bateu as estimativas de lucro no 3º trimestre, e o CEO Peter Arduini apontou os rádiofármacos como o campo que mais cresce na empresa: tratamentos para câncer, imagem cardiológica e neurologia, incluindo abordagens ligadas ao Alzheimer.
O detalhe prático é a meia-vida curta desses produtos: eles se dissipam até o fim do dia. Por isso, segundo Arduini, controlar fábrica e cadeia de suprimentos é o que decide se o remédio chega a tempo ao paciente.