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Ranger os dentes não tem cura, mas a fisioterapia acha um jeito de aliviar a dor

Quem aperta a mandíbula no trânsito pode nem perceber, e a dor é o primeiro aviso.

Por Gabriela Araujo ·

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Ranger os dentes não tem cura, mas a fisioterapia acha um jeito de aliviar a dor
Imagem: Reprodução/Drauzio Varella

Uma revisão de estudos publicada em 2024 estimou que o bruxismo do sono atinge cerca de 21% da população mundial e o de vigília, 23%. O consenso internacional de especialistas propôs que, em pessoas saudáveis, ele seja visto como comportamento e fator de risco, não necessariamente como distúrbio.

A fisioterapia orofacial não faz o bruxismo desaparecer: não há evidência de que as técnicas reduzam diretamente a atividade. O foco é aliviar a dor, recuperar falar e mastigar sem desconforto e ensinar o paciente a perceber quando aperta os dentes, algo possível principalmente durante o dia.

Sinais de alerta: dor, dificuldade para abrir a boca, estalos, alteração no encaixe dos dentes e dor de cabeça frequente. O desgaste dentário deve ser avaliado inicialmente por um dentista.