Brasil e China são interdependentes na soja: nós somos o maior fornecedor para Pequim, e ela é a nossa maior compradora. Mas especialistas apontam três ameaças a essa relação: a China voltou a comprar soja norte-americana, quer ampliar a produção interna e terá menos população para alimentar nos próximos anos.
Uma retração na demanda chinesa pode derrubar preços e receitas de exportação ao mesmo tempo, com efeitos em cascata sobre renda dos produtores, valorização das terras, emprego no campo e infraestrutura de processamento. Especialistas recomendam evitar ampliar a área plantada e investir em processamento para agregar valor.