Quem criou o PUBG quer ensinar robôs a adivinhar o que você quer, sem você ter que explicar tudo
A indústria de games gastou quase 20 anos lidando com jogador imprevisível; agora quer cobrar isso de robô que limpa sua mesa.

A Krafton, empresa sul-coreana dona do PUBG: Battlegrounds, quer levar para o mundo real a inteligência que criou para jogos. A subsidiária em Palo Alto, Ludo Robotics, aplica em robôs a experiência de quase duas décadas construindo mundos virtuais onde o software reage a decisões imprevidíveis dos jogadores.
O alvo é o ponto fraco da robótica: robô humanoide precisa entender instrução incompleta e se adaptar quando o dono muda de ideia no meio da tarefa. O mercado já joga bilhões nisso: a Figure captou mais de 1 bilhão de dólares em avaliação de 39 bilhões, e a Skild AI garantiu 1,4 bilhão de dólares em janeiro para desenvolver IA capaz de controlar diferentes tipos de robô.