Quase 9 em cada 10 argentinos dizem que o salário não paga o básico, e só 9% conseguem poupar
Enquanto a inflação desacelera, o bolso do argentino continua no mesmo buraco: aluguel e comida comem o salário antes do fim do mês.

Um levantamento feito na Argentina mostrou que 87% dos trabalhadores consideram o salário insuficiente para cobrir as necessidades básicas: ante 85% há um ano. Além disso, 74% afirmam que o poder de compra piorou nos últimos meses, número 16 pontos acima do registrado em 2025, quando era de 58%.
Para 73% dos argentinos, o salário dura duas semanas ou menos, e 9 em cada 10 dizem que não conseguem economizar nada. O aluguel é o maior gasto (44%), seguido de alimentação (27%); 77% têm algum tipo de dívida, ante 72% no ano passado. Metade dos entrevistados ainda ajuda financeiramente parentes ou pessoas próximas.