Pro-player recebia R$ 500 e a Justiça lembrou que aquilo se chama salário
Contratado para jogar Call of Duty: Warzone, demitido antes do fim do contrato e agora com o vínculo empregatício reconhecido na Justiça do Trabalho.

O Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, com sede em Campinas, no interior de São Paulo, condenou uma organização de e-sports a reconhecer o vínculo empregatício de um atleta profissional. O pro-player recebia menos de um salário-mínimo e foi demitido antes do fim do contrato, sem justificativa.
Segundo os autos, ele foi contratado em 4 de outubro de 2024 para a modalidade competitiva de Call of Duty: Warzone, com vigência prevista até 31 de dezembro de 2025. A empresa interrompeu o contrato antecipadamente, em 31 de julho de 2025, e o salário mensal era de apenas R$ 500.