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Pílula, DIU, tabelinha ou coito interrompido: nem todo anticoncepcional é confiável igual

Existem dezenas de métodos contraceptivos, mas a eficácia varia muito, e alguns exigem cuidados que quase ninguém te contou.

Por Gabriela Araujo ·

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Pílula, DIU, tabelinha ou coito interrompido: nem todo anticoncepcional é confiável igual
Imagem: Anqa · CC0 · Wikimedia Commons

Existem métodos hormonais (pílula, injeção, implante), não hormonais (DIU de cobre, preservativos, diafragma, espermicidas), comportamentais (tabelinha, temperatura basal, coito interrompido), de emergência e cirúrgicos definitivos (laqueadura e vasectomia). A escolha depende de fatores como desejo de ter filhos no futuro, condições de saúde e necessidade de prevenir ISTs, já que só preservativo serve para as duas funções.

Quem usa métodos com estrogênio precisa atenção a fatores de risco como histórico de trombose ou enxaqueca com aura. Já quem fez vasectomia não pode abandonar os outros métodos de imediato: é obrigatório fazer o acompanhamento e o exame de espermatograma antes. A amenorreia lactacional só protege se o bebê tiver menos de seis meses, a menstruação não tiver voltado e a amamentação for exclusiva ou quase exclusiva com mamadas frequentes. Algumas opções, como o acetato de ulipristal, variam de disponibilidade conforme o país.