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Tecnologia · Espaço

O mundo inteiro roda em satélites e ninguém sabe o que acontece se pararmos de lançar mais

Se os satélites são a espinha dorsal da economia global, o que acontece quando o setor de lançamentos não conseguir mais colocar novos em órbita?

Por Gabriela Araujo ·

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O mundo inteiro roda em satélites e ninguém sabe o que acontece se pararmos de lançar mais
Imagem: U.S. Space Force photo by Joshua Conti · Public domain · Wikimedia Commons

Um engenheiro da SpaceX descreveu a reentrada atmosférica do primeiro foguete Falcon 9 que foi ao espaço e voltou intacto como “montar em vassoura dentro de um furacão”. Aquele 21 de dezembro de 2015 abriu uma década de frenesi: o problema deixou de ser chegar em órbita e passou a ser produzir satélites, levantar capital e achar clientes.

Satélites são a espinha dorsal da economia global: localizam navios, aeronaves e celulares, sincronizam finanças e telecomunicações, preveem o tempo e monitoram safra, estradas, incêndios e enchentes. No militar, servem para comunicação, navegação e orientação de armas. E se um dia não der mais para colocar novos em órbita?