O maior arquivo do mundo sobre reencarnação guarda um padrão que a ciência não consegue explicar
Pesquisadores analisaram 1.678 casos de crianças com supostas memórias de vidas passadas, e ficaram sem resposta completa

A Universidade da Virgínia mantém desde os anos 1960 o maior acervo do mundo de supostas memórias de vidas passadas, compilado pela Divisão de Estudos Perceptivos. A coleção nasceu com o trabalho do psiquiatra Ian Stevenson, que investigou relatos de crianças que descreviam espontaneamente detalhes de pessoas já falecidas.
Uma análise recente examinou 1.678 casos do arquivo e encontrou padrões que fatores culturais e psicológicos não explicaram por completo, segundo estudo publicado em Psychology of Consciousness e liderado pela neurocientista Saeedeh Sadeghi. Os pesquisadores deixam claro que os resultados não comprovam a reencarnação, mas defendem que o fenômeno merece investigação.