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Tecnologia · IA

Nova York proíbe chatbot de fingir ser humano com criança e o castigo pode destruir o modelo de IA

A lei vale também para quem não tem idade verificada, a multa chega a US$25 mil por violação e o descumprimento pode custar a destruição dos dados e do próprio modelo treinado com eles.

Por Gabriela Araujo ·

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Nova York proíbe chatbot de fingir ser humano com criança e o castigo pode destruir o modelo de IA
Imagem: Metropolitan Transportation Authority of the State of New York (Marc A. Hermann · CC BY 2.0 · Wikimedia Commons

A governadora Kathy Hochul assinou na quarta-feira lei que proíbe chatbots de fingirem ser pessoas reais, terem emoções humanas ou manter conversas sexuais com menores de 18 anos. O texto também veda bots que incentivem autolesão, transtornos alimentares, uso de drogas e que peçam à criança que guarde segredos dos pais. A regra se aplica a todo usuário cuja idade não esteja verificada.

A procuradora-geral Letitia James pode exigir multas de até US$25 mil por violação. Empresas precisam verificar a idade dos usuários com pelo menos um método sem documento oficial, apagar os dados após o uso e, em caso de descumprimento, podem ser obrigadas a destruir dados coletados ilegalmente e os modelos de IA treinados com eles. A lei entra em vigor em 1º de janeiro.