Nintendo tem DLSS no chip do Switch 2 e Zelda novo nem olhou pra isso
Notas de licença do remake vazaram antes do lançamento e revelaram o upscale de 2021 que a Nintendo escolheu usar.

Os avisos de propriedade intelectual da versão 1.0.0 de The Legend of Zelda: Ocarina of Time no Switch 2 listam AMD FidelityFX Super Resolution 1.0, uma implementação EASU para mobile e antisserrilhado SMAA, sem nenhuma menção ao DLSS da Nvidia. O remake, que chega em 5 de novembro de 2026 por 59,99 dólares na versão digital, herda o mesmo combo de Donkey Kong Bananza.
O FSR 1.0 é um upscale espacial de 2021 que amplia cada quadro de forma isolada, sem consultar os anteriores, o que economiza processamento mas perde detalhes finos como grama e folhagem. O DLSS usa modelo de aprendizado de máquina nos núcleos Tensor do chip Nvidia do Switch 2, e estúdios de terceiros como a CD Projekt Red já o aplicam nos jogos do console.