Imagem: Holzklöppel · CC BY-SA 4.0 · Wikimedia Commons
Brandon Thomas, fundador da ArtCraft (software de criação de imagem e vídeo com IA), cunhou o termo “spymark” para separar as marcas d'água tradicionais de conteúdo dos rastreadores invisíveis que se escondem em arquivos digitais sem o usuário perceber. Segundo ele, essas marcas podem codificar identificadores ligados a dados como nome, IP, endereço e até filiação política.
O SynthID do Google é o caso mais avançado citado: embute sinais imperceptíveis em imagens, áudio, texto e vídeo. A variante SynthID-O armazena 64 bits de identificador de banco de dados em imagens de 512x512 pixels. Ao contrário dos metadados EXIF ou ID3, que são padronizados e removíveis, esses sinais ficam no miolo do arquivo e resistem a edições.