Mãe de Sastre diz que o Porsche “não respondeu”, mas esqueceu de explicar o bafômetro que nunca foi feito
Primeiro dia de júri ouviu a versão da defesa: a culpa seria do carro, não do motorista que saiu do local embriagado.

No primeiro dia do júri de Fernando Sastre, réu por acidente que matou o motorista de aplicativo Ornaldo Viana em março de 2024 na zona leste de São Paulo, a mãe dele afirmou que uma falha mecânica no Porsche 911 teria causado a batida. “Pelo perito que nós contratamos, houve falha mecânica no carro”, disse Daniela Cristina de Medeiros Andrade, completando: “O carro não respondeu como deveria responder.”
O Porsche atingiu a traseira de um Sandero. Ornaldo Viana, de 52 anos, foi levado ao Hospital Municipal do Tatuapé, mas morreu de traumatismos múltiplos. Sastre deixou o local do acidente e, mesmo apresentando sinais de embriaguez, foi liberado pelos policiais sem passar pelo teste do bafômetro.