Lula usa caso de menina morta para pedir voto e acusa adversário de cinismo
Petista citou Ana Clara em ato em Copacabana, na véspera do 2º turno

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva citou o caso de Ana Clara, menina de 5 anos morta por tiro de fuzil durante ação policial em Niterói, para pedir que mulheres não votem em Flávio Bolsonaro no 2º turno. Em ato em Copacabana na véspera da votação, o petista chamou a reação do adversário no debate de “cinismo”.
Flávio recorreu ao STJ em 2024 para impedir que o PM acusado fosse a júri popular, mas o recurso foi rejeitado. O julgamento, marcado para 21 de outubro de 2026, foi adiado para 5 de maio de 2027. No debate da sexta, o senador confundiu o nome da mãe da menina com o da filha.