Lula aponta a Meta como vilã da eleição e promete derrotar o “império digital”
Justiça Eleitoral manda a plataforma não mexer no conteúdo político; Meta insiste que foi só erro técnico.

A Justiça Eleitoral ordenou à Meta que não interfira na distribuição de conteúdo político ou eleitoral, depois que a campanha de Lula acusou a empresa de não entregar seu conteúdo aos usuários de forma repetida e sistemática. As Nações Unidas também criticaram a companhia e parlamentares americanos exigem respostas.
Lula, que reuniu mais de 10 milhões de apoiadores num canal de WhatsApp apelidado “Exército de Lula”, denunciou falhas em sua conta, restrições no Instagram e recusa da Meta AI em gerar imagens dele. A empresa falou em problemas técnicos sem viés político, e Lula prometeu “derrotar o império digital” na live de quinta (22), com ele e Flávio Bolsonaro empatados antes do segundo turno de domingo.