Lado brasileiro da Itaipu jura não ter nada no banco que quebrou e aponta o dedo para o Paraguai
Enquanto o fundo de pensões paraguaio da usina viaja 100,692 bilhões de guaranis pelo buraco, a margem brasileira solta nota de mão limpa.
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A Itaipu Binacional afirmou que o lado brasileiro da usina não tem recursos depositados ou aplicados no Ueno Bank, instituição financeira paraguaia cuja quebra provocou crise política no país vizinho. A empresa garantiu que a operação segue normal, sem impacto na produção e no fornecimento de energia.
Segundo o jornal paraguaio ABC, o fundo de pensões da usina no Paraguai, o Cajubi, tinha 100,692 bilhões de guaranis, cerca de R$ 90 milhões, investidos no Ueno. Questionada sobre os recursos da margem paraguaia, a comunicação brasileira sugeriu contato com o lado paraguaio, que não respondeu até o momento.