Kássio nega pedido do PT e manda cada transporte indígena passar pelo juiz local
Sem passe livre: itinerário, condutor e veículos precisam ser informados antes da viagem.

O presidente do TSE, Kássio Nunes Marques, negou o pedido de autorização geral do PT para que órgãos públicos transportassem eleitores indígenas no segundo turno. Com a decisão, cada pedido vai ao juiz eleitoral da região, que precisa receber itinerário, condutor e veículos antes de dizer sim ou não.
A campanha de Lula queria que veículos e embarcações da Funai, da Sesai e do Ministério dos Povos Indígenas legassem eleitores sem responsabilizar os gestores. Segundo nota técnica do MPI, 7,2 mil eleitores indígenas dependem de transporte para votar, sendo 4.770 por via fluvial.