Jato da fuga de Flávio Bolsonaro foi pago por 'broker misterioso', revela dono da companhia aérea
Cada intermediário diz não conhecer o anterior, e o The New York Times aponta Trump no meio da história.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) cruzou a fronteira do Brasil com a Argentina por terra na noite de terça-feira, 28, e decolou de Puerto Iguazú em um jato particular com destino à Flórida, acompanhado da família, depois que a polícia cancelou seus passaportes em investigação por suspeita de lavagem de dinheiro.
O argentino Luis Grande, dono da companhia Baires Fly, disse à AFP que o voo foi contratado e pago por um broker residente nos EUA, que transferiu US$ 150 mil (R$ 800 mil) de uma conta americana para um banco argentino. O jornal The New York Times informou que o avião teria sido contratado por Jason Miller, assessor de Donald Trump, e a Casa Branca não se pronunciou.