Israel vai às urnas e o desfecho de Netanyahu está no limbo: ninguém tem força para substituí-lo
O primeiro-ministro chega ao pleito com popularidade lá embaixo, processos em casa e mandado internacional de prisão, e ainda assim pode sobreviver.
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Israel vota nesta terça-feira (27) nas primeiras eleições gerais desde o início da guerra na Faixa de Gaza. O pleito decide também o destino de Benjamin Netanyahu, que pode sair da política ou tentar renovar forças para continuar à frente do projeto bélico do país.
Netanyahu chega em baixa popularidade, com processos na Justiça israelense e um mandado de prisão internacional pendente. As pesquisas o colocam em desvantagem, mas nenhum partido rival mostra força suficiente para tomar o cargo: os israelenses elegem 120 deputados do Knesset e são necessários 61 assentos para formar maioria e indicar o primeiro-ministro.