IA que promete pensar sem palavras escolhe festa de detetive em Manhattan para se apresentar
Fundada por ex-executiva do DeepMind, Dyssonance AI promete superar os limites dos LLMs com raciocínio físico

A Dyssonance AI, fundada pela ex-executiva do Google DeepMind Jennifer Prendki, encerrou o modo sigilo e apresentou sua plataforma de “raciocínio baseado em física” no dia 2 de novembro. A empresa afirma que a tecnologia não prevê palavras, e sim infere o estado do mundo a partir de dados brutos, mesmo quando as informações são incompletas ou contraditórias.
Segundo a companhia, o sistema não depende de tokens e consumiria menos recursos computacionais que os modelos de linguagem tradicionais. Para a demonstração pública, a empresa reuniu cerca de 30 consultores, investidores, jornalistas e pesquisadores num prédio do bairro de TriBeCa, em Nova York, para um “meta murder mystery”.