IA da USP segue seus olhos e seu cérebro para achar declínio cognitivo antes dos testes de memória
Plataforma em desenvolvimento em São Carlos une realidade virtual, movimentos dos olhos e atividade elétrica cerebral para pescar sinais de comprometimento cognitivo leve.
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Pesquisadores do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da USP, em São Carlos, estão desenvolvendo uma plataforma que combina realidade virtual, inteligência artificial e análise da atividade cerebral para identificar comprometimento cognitivo leve (CCL), estágio intermediário entre o declínio natural da idade e quadros demenciais.
Em vez dos testes tradicionais, o participante faz tarefas em ambientes virtuais, enquanto sensores registram movimentos dos olhos e atividade elétrica cerebral. Os dados são processados por algoritmos de IA. Estima-se que 15% a 20% das pessoas com mais de 65 anos tenham CCL, e metade desse grupo tem risco de progressão.