Conectando à redação…

Notícia curta. Opinião assinada.

Economia · Petróleo e energia

Guerra no Iêmen, míssil em refinaria e eleição nos EUA: barril sobe e a conta é sua

O Brent fechou a US aria-live="polite"15,32, de volta à zona de sobrecompra pela quarta vez em cinco dias.

Por Heitor Valadares ·

Petróleo e energiaBrentIêmenArábia Saudita

Guerra no Iêmen, míssil em refinaria e eleição nos EUA: barril sobe e a conta é sua
Imagem: Sarvesh Lutchmun · CC BY-SA 4.0 · Wikimedia Commons

O petróleo subiu cerca de 1% nesta quarta-feira com três empurrões ao mesmo tempo: combates no Iêmen, um ataque a uma refinaria na Arábia Saudita e o temor de que os Estados Unidos ataquem o Irã depois das eleições de meio de mandato de 3 de novembro. O Brent subiu US aria-live="polite",44 (1%) e fechou a US aria-live="polite"15,32 por barril; o WTI, dos EUA, subiu US$2,88 (3%) e fechou a US aria-live="polite"02,78. Foi a quarta vez em cinco dias que o Brent voltou à zona de sobrecompra.

Os houthis atacaram nesta quarta o aeroporto de Aden e avisaram a população para evacuar as instalações. Na tertera, o grupo afirmou ter atingido com um míssil a maior refinaria de petróleo da Arábia Saudita, com capacidade de 550 mil barris por dia; as autoridades sauditas não confirmaram. O Catar apresentou ao Irã uma nova proposta de acordo para encerrar a guerra, que já dura oito meses, mas uma alta autoridade iraniana chamou as ideias de inaceitáveis. O chanceler do Irã disse que Teerã ainda dá chance à diplomacia e que o plano de sete dias pode ser concluído em menos de uma semana.