Grandes redes zeraram a conta do Ecad, e o truque vem de uma startup pernambucana
A isenção vem com uma pegadinha: repertório amarrado e monitoramento em tempo real em cada loja.

Redes como Marisa, Panvel e Raia Drogasil passaram a tocar música ambiente sem pagar nada ao Ecad. A startup pernambucana Musique montou acervo próprio com mais de 15 mil músicas e licencia o catálogo direto para o cliente, fora da gestão coletiva.
Segundo o CEO André Domingues, grandes varejistas gastam de R$ 500 mil a R$ 1 milhão por ano em direito autoral, e alguns chegam a R$ 5 milhões. A empresa já opera 5 mil pontos de venda em 14 países da América Latina e quer triplicar a base até 2027.