Governo Trump corta 14 regras de segurança dos prontuários eletrônicos: adivinha qual é o argumento
Menos burocracia na certificação de sistemas de saúde: a pergunta é quem fica cuidando dos dados sensíveis depois.

A administração Trump removeu na segunda-feira 14 dos 60 critérios de segurança, privacidade e transparência usados para certificar softwares de prontuário eletrônico vendidos por empresas como Epic e Oracle. Outros sete critérios foram revistos de forma substancial, e o objetivo declarado pela norma final do escritório federal de saúde digital é desburocratizar e apoiar o desenvolvimento de novas tecnologias.
As mudanças passaram mesmo com objeções de entidades que participaram da consulta pública, que alertaram que os cortes podem enfraquecer a proteção de informações de saúde sensíveis e a garantia de segurança de produtos que usam inteligência artificial.