Gatos enterrados e um treinador amolado: as maldições mais fedidas do futebol
Do Benfica que nunca mais levou a taça continental ao Grêmio que virou maldição dos campeões, o dia das bruxas veio com história boa.

Halloween é 31 de outubro e o futebol tem maldições de sobra para contar. A mais famosa é a do técnico húngaro Béla Guttmann, que depois de dois títulos europeus com o Benfica pediu aumento salário, não recebeu e disparou: “Sem mim, nem em cem anos o Benfica conquistará uma taça continental”. O clube perdeu seis finais europeias depois disso, chegou a erguer uma estátua dele na Luz em 2013 e só em 2022, com um título da UEFA Youth League, declarou “Morreu a maldição que nunca existiu”.
No Argentina, torcedores do Independiente enterrou sete gatos no estádio do Racing em 1967; só encontraram o último corpo em 1998 e o time só saiu da seca em 2001. Já a “maldição do Grêmio” derrubou campeões que eliminavam o tricolor na Libertadores, de Independiente e Olímpia a Boca e San Lorenzo, até o Flamengo quebrar o feitiço em 2022.