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Tecnologia · IA

Fez 413 arquivos de memória e perdeu para quem guardou só 10: o segredo do Claude

A Anthropic colocou o Claude para sonhar entre tarefas, e o modelo que menos anotou foi o que mais aprendeu.

Por Gabriela Araujo ·

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Fez 413 arquivos de memória e perdeu para quem guardou só 10: o segredo do Claude
Imagem: Reprodução/IT Home

A Anthropic publicou no dia 6 de novembro o estudo “The components of agent memory”, sobre agentes do Claude que usam o tempo ocioso para corrigir erros e montar uma base de conhecimento. O mecanismo, batizado de “dormir”, imita o sono humano, em que o cérebro reorganiza o que viveu. A memória tem quatro camadas: logs de sessão, notas, conhecimento tipo wiki e o que entra no contexto.

Nos testes, o Claude com memória superou o modelo sem ela: no CL-Bench, Opus 5.5 foi de 0,655 para 0,838 e Sonnet 5.5, de 0,644 para 0,833. Em Pokémon Red, quem manteve 10 arquivos de memória fez 4 insígnias; quem escreveu 413, fez 1. Em 350 mil documentos corporativos, o “dormir” entre 2 e 128 sessões levou o aproveitamento de 13% para 48%.