Faça o L: 6 países adotaram o gesto de Lula e até o grupo de WhatsApp foi exportado
Do México à Itália o gesto apareceu em comícios e em Congresso, e a versão francesa de Mélenchon cresceu 157,89% em membros.

Políticos e manifestantes passaram a “fazer o L” de Lula em México, Espanha, Líbano, Chile, Itália e França. Em Barcelona, a prefeita Ada Colau, primeira mulher eleita no cargo, discursou: “Pela esperança. Palestina livre, por Lula no Brasil, pela esperança”. No Chile, parlamentares reproduziram o gesto no Congresso celebrando a vitória de Lula, reeleito em 25 de outubro sobre Flávio Bolsonaro (PL).
A esquerda de fora também copiou a estratégia do canal de WhatsApp “Exército do Lula”, que organiza apoiadores em grupos para circular conteúdo e mobilizar militantes. Na Argentina, o Ejército del Peronismo foi de 41.000 para 60.000 integrantes (46,34%); na França, o canal de Mélenchon, de 57.000 para 147.000 (157,89%); na Espanha, o de Pedro Sánchez, de 25.000 para 42.000 (68%).