Extrema direita europeia some do palanque de Trump e ninguém citou o nome dele
Líderes que celebravam o presidente americano agora evitam se associar a ele, e a desculpa é sempre a mesma.

A vitória dos democratas nas eleições de meio mandato nos EUA abalou os aliados de Trump na Europa. Líderes de extrema direita que celebravam o presidente americano agora se afastam dele, sem sequer criticá-lo.
Jordan Bardella, da Rally Nacional francesa, disse que o segundo governo de Trump foi menos isolacionista que o primeiro e apontou a ação americana no Irã, sem citar o nome dele. Alice Weidel, da AfD alemã, culpou a guerra no Irã e lembrou que Trump prometeu não intervir. Trump reconheceu o peso do Irã nas derrotas, mas defendeu a decisão.