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Estudo de 22 casas conclui o que sua mãe já sabia: a bagunça pode ser intencional

Sair sem esquecer a garrafinha e reconhecer o crescimento da filha: a desorganização funciona como recurso da casa, diz pesquisa da Nova Zelândia.

Por Gabriela Araujo ·

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Estudo de 22 casas conclui o que sua mãe já sabia: a bagunça pode ser intencional
Imagem: Reprodução/GIGAZINE

Um estudo da Universidade Tecnológica de Auckland, na Nova Zelândia, analisou 22 famílias com fotos dos cômodos e entrevistas, e concluiu que boa parte da bagunça doméstica é escolhida: bolsas e garrafinhas deixadas na mesa evitam esquecimentos na hora de sair, e a mesa que também serve de ateliê para mãe e filha mantém canetas e brinquedos à vista de propósito.

A pesquisa, publicada na revista Journal of Business Research, mostrou que a desorganização também conversa com as relações: um pai deixou de guardar a roupa da filha no armário para reconhecer que ela agora pendura as próprias peças, e uma moradora tolera a bagunça do companheiro porque “ele também mora aqui”, e a casa não deveria ser arrumada por um único critério.