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Tecnologia · Celulares

eSIM: a comodidade de nunca mais trocar de chip, e a dor de cabeça quando a operadora quiser

Mesmo sinal e mesma velocidade que o chip físico, mas com pegadinhas de compatibilidade, bloqueio de operadora e tarifa escondida lá fora.

Por Gabriela Araujo ·

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eSIM: a comodidade de nunca mais trocar de chip, e a dor de cabeça quando a operadora quiser
Imagem: Perillamint · CC BY-SA 4.0 · Wikimedia Commons

Primeiro, o óbvio: não existe diferença de qualidade entre eSIM e chip físico, mesmo sinal, mesma velocidade de dados. A vantagem do eSIM é logística: ativação por app, QR code ou ajustes do aparelho, múltiplos perfis no mesmo celular e zero espera por encomenda.

O furo está na compatibilidade: aparelho e operadora precisam suportar a tecnologia, e o eSIM não contorna bloqueio de operadora. Quem viaja precisa ler a letra miúda antes de comprar plano de turista, conferir se o roaming escondeu taxa e garantir que o eSIM de dados está ativo: desligar a linha de casa também desliga chamadas e SMS.