Escola para cegos em Havana segue dando aula e a culpa na falta de luz é do regime
No meio do apagão cubano, a escola de crianças com deficiência visual virou refúgio de estudo, e o motivo diz tudo sobre a ilha
O Colégio Abel Santamaría, para cegos, em Havana, mantém as aulas apesar da crise que sufoca Cuba: milhares de alunos de escolas de educação especial na ilha enfrentam falta de combustível, energia e transporte, e a rede vai se virando com aulas presenciais reduzidas, ensino virtual e painéis solares instalados.
A economia estatal, já frágil e marcada pela escassez, mergulhou em crise total este ano após o endurecimento das sanções e o bloqueio de combustível imposto pela administração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.