Ele invocou a religião sem religião para fugir da IA no trabalho. Funcionou
A Universidade de Kentucky aceitou que delegar julgamento a máquina fere convicções profundas, e o precedente pode virar saída para outros funcionários.
David Durman, administrador de pesquisa da Universidade de Kentucky, pediu em agosto uma isenção religiosa para não usar inteligência artificial no trabalho. Ele se define como humanista e argumentou, com apoio da American Humanist Association, que confiar a máquinas tarefas exigindo julgamento, escuta e responsabilidade pessoal violaria suas convicções e diminuiria a dignidade humana.
Em 25 de setembro, a universidade concedeu o pedido, entendendo que a adaptação não imporia carga indevida ao departamento. A decisão abre um caminho potencial para funcionários que queiram invocar proteções federais de acomodação religiosa para recusar tecnologias que os empregadores estão adotando cada vez mais.