Ela foi lá só para saber se estava curada. E encontrou a mulher que salvou a vida dela
A consulta de rotina no Hospital Erastinho virou reencontro: a doadora de medula óssea estava escondida no consultório
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/w/U/GRBVF8S0STrl2CWMZg8Q/destaque.jpg)
Noemi Lima Oliveira, de 8 anos, foi até o Hospital Erastinho, em Curitiba, na manhã de 20 de outubro de 2026, para a consulta que confirmaria sua cura. A menina e a mãe não esperavam encontrar Geovania Oliveira Santos, a enfermeira cearense que doou medula óssea para o transplante e estava lá para o reencontro.
O procedimento foi feito cerca de cinco anos antes, integralmente pelo SUS, para tratar uma aplasia de medula. Desde então, Noemi ficou em acompanhamento da equipe de Transplante de Medula Óssea. As duas já se tinham conhecido pessoalmente em Salvador; a visita a Curitiba foi a primeira de Geovania à capital paranaense.