Ela fez cinema desde os anos 60 e mesmo assim se sentiu invisível. Agora vira doc
“Barbara Forever” homenageia a cineasta lésbica Barbara Hammer, que abriu caminho no cinema independente e reclamou da pouca visibilidade: ontem e hoje.

A diretora Brydie O’Connor apresenta “Barbara Forever”, documentário sobre a cineasta lésbica Barbara Hammer, que começou a fazer filmes no fim dos anos 1960 e passou a vida se sentindo invisível no meio.
O’Connor diz ter sentido a frustração da artista em vários momentos da própria carreira, e lembra que cineastas queer emergentes ainda enfrentam os mesmos desafios de antes. Christine Vachon também apoiou o projeto.