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Ela chorou junto da família, mas não parou no meio: o ofício das embalsamadoras filipinas

Uma começou aos 23 para provar que não era só de papel, a outra ajudava o pai aos 9 anos

Por Sebastião Moreira ·

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Ela chorou junto da família, mas não parou no meio: o ofício das embalsamadoras filipinas
Imagem: Reprodução/Rappler

Joycel Regalado, 48 anos, há 19 anos prepara corpos para a despedida familiar nas Filipinas. Ela começou processando certidões de óbito no negócio da família, fez o curso aos 23 e mudou de Bacolod para Manila para provar que não era só de papel. Na primeira vez com o corpo de um bebê, chorou junto com a família, mas terminou o serviço.

O serviço leva de duas a quatro horas: lavar, ajustar o rosto, drenar o sangue, injetar formalina, costurar e maquiar com a foto do morto como guia antes de vestir e colocar no caixão. RJ Cabillan, 47 anos, está no ramo há quase 25: começou a ajudar o pai, também embalsamador, aos 9 e aos 13 já trabalhava ao lado dele.