Descobriram a tabela de propina da imigração da Indonésia: 8 cargos, 8 preços, e o ministro nega
Cada cargo do Ministério da Imigração indonésio tinha valor fixo de propina, do assessor ao vice, e a acusação montou a lista completa.

Promotores leram a denúncia na Corte Anticorrupção de Jacarta e revelaram que 8 funcionários do Ministério da Imigração recebiam propina de quem precisava de documentos. O ministro aparece com 40 milhões de rupias por semana, o vice e o diretor-geral com 100 milhões por mês. O esquema funcionava pelo atraso ou adiantamento de processos.
O vice-ministro Silmy Karim é acusado de extorsão de 168,9 bilhões de rupias com licenças de residência de estrangeiros. O ministro Agus Andrianto nega receber a cota semanal e afirma que sempre pediu aos subordinados para não corromper. A acusação diz que agências pagavam por medo de o processo ficar parado.