Depois de teto para carros híbridos, Europa parte para o alvo maior: o yuan chinês
Bruxelas prepara três rodadas de conversas de alto nível em Pequim para convencer os chineses a valorizar a moeda e aliviar a indústria europeia.

A União Europeia vai mandar para Pequim, na semana de 23 de novembro, uma turma de altos funcionários de economia e banco central, liderados pelo diretor-geral Maarten Verwey, para um “diálogo macroeconômico” com os chineses.
A missão é mais espinhosa que a anterior: depois de arrancar de Pequim um teto para exportações de carros híbridos, Bruxelas quer agora convencer os chineses a parar de segurar o valor do yuan e ajudar a indústria europeia, que está no sufoco. Estão previstos ainda um trio de peso (Banco Central Europeu, Eurogrupo e Comissão Europeia) por volta do virar do ano.