Deepfakes de CEOs e advogados roubaram US$ 129 milhões, e um dos suspeitos se gabou de lavar US$ 400 milhões
O esquema funcionava com e-mails falsos, NDA falso e ligações onde a IA imitava a voz do executivo para mandar transferir o dinheiro.

Três estrangeiros foram indiciados por usar inteligência artificial para fingir serem CEOs e advogados e desviar pelo menos US$ 129 milhões de hospitais, bancos e outras empresas. O esquema mirou milhares de companhias ao redor do mundo, com o dinheiro convertido em criptomoedas antes de ser dividido entre os participantes.
Os acusados enviavam e-mails falsos e, nas ligações, usavam IA para imitar a voz e a aparência de executivos, direcionando as vítimas a advogados fantasma. Um deles teria se gabado de ter lavado mais de US$ 400 milhões nos últimos três anos, e um dos indiciados já tinha condenação por fraude bancária em 2008.